{{ Resistência e Educação }}

Os livretos Resistir Até são uma iniciativa do Movimento Entusiasmo, espalhada durante a Virada Educação 2017, para ocuparmos os imaginários assim como ocupamos os espaços públicos, com vozes que se indignam, resistem, insistem, gritam, sussurram e brincam.

As pessoas que escrevem nestas páginas foram escolhidas por se engajarem insistentemente na luta contra os muros visíveis e invisíveis ao nosso redor e dentro de nós, contra a opressão de gênero e a discriminação racial. Nossa intenção aqui é aprender com essas vozes que denunciam os absurdos e anunciam outras maneiras de viver.

Os livretos impressos foram distribuídos gratuitamente durante a Virada Educação 2017 - Território da Consolação (SP) e também estarão presentes nas escolas e outros espaços parceiros do território. Você pode acessar, baixar e compartilhar livremente as versões digitais abaixo.



{{Resistir até que existam territórios férteis}}

Os textos ao longo deste livreto são palavras sobre territórios férteis para a infância, por Renata Meirelles. Sobre a sensação de pertencimento que ainda podemos cultivar, por Pilar Lacerda. Sobre dançar e se divertir numa escola acolhedora, por Monica dos Santos Rocha. Sobre cortejos, coletivos e atos humanos, por Movimento Entusiasmo, parceiras e parceiros da Virada Educação. Sobre um bairro educador em Salvador, Bahia, que é uma coisa imensa, por Caroline Vitória. Sobre um bairro educador em Heliópolis, São Paulo, onde a luta é pela paz, por Laila Sala e comunidade de Heliópolis. Sobre um grêmio livre que nasceu após as ocupações de escolas, por Lilith Cristina e Beatriz Camelo. Sobre aulas de espanhol que combatem o bullying e a xenofobia, criadas por jovens de 12 anos, por Thais Lopez, Mariana Quispe e Jéssica Salomão. Sobre educação indígena e a quebra da padronização, por Karai Tataendy e Nadia Recioli. São palavras que exclamam a derrubada dos muros e a existência de territórios educadores.

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{{Resistir até o fim da discriminação racial}}

Os textos ao longo deste livreto são palavras sobre transgressão na educação, por Kiusam de Oliveira. Sobre o racismo institucional, por jovens da Fundação Casa de Osasco. Sobre o genocídio dos jovens negros, por MC Everson Anderson. Sobre ocupar territórios com a cultura africana e afro-brasileira, por Elisabeth Belisário. Sobre ancestralidade e memórias, por Sheila Alice Gomes da Silva. Sobre recriar a história, por Luciara Ribeiro. São palavras que não aceitam menos que uma mudança radical na maneira como a população negra é reconhecida.

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{{Resistir até que gênero não defina papéis na sociedade}}

Os textos ao longo deste livreto são palavras sobre honrar as histórias das mulheres, por Gina Vieira Ponte de Albuquerque. Sobre precisarmos discutir gênero nas escolas, por Fernanda Moura. Sobre o papel de protagonismo das escolas na construção de uma sociedade mais justa, por Naime Silva. Sobre equidade de gênero no museu, por Ademildes Freitas, Hérica Lima, Laura Lima e Maria Clara Martins. Sobre literatura trans e representatividade, por Bruna, Emilly, Vivian e Lucas Dantas. Sobre assédio sexual na escola e não silenciar diante de nenhuma agressão, por Caróu Oliveira. Aqui há palavras que são corpos em movimento.

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